Tens uma lista de clientes antigos parada num computador. Eu pego nela, recontacto-a, e devolvo-te reuniões marcadas na agenda. Duas semanas. Preço fixo. Sem redes sociais, sem publicidade, sem listas compradas, sem website novo.
O caso piloto · Setembro–Outubro 2026
Carmen Santa María é consultora de proteção de dados em Sevilha. Tinha mais de 160 clientes a quem tinha vendido um serviço em 2024 e 2025, e com quem nunca mais tinha falado.
Não publicámos nada nas redes sociais. Não fizemos publicidade. Não comprámos uma lista. Não construímos um website. Usámos os contactos que ela já tinha, uma sequência de mensagens aprovadas e um calendário ligado à agenda dela. As reuniões apareceram no telemóvel dela na primeira semana.
Presencial ou online. Abrimos o teu sistema e exportamos a lista contigo. Nunca te deixo isso como trabalho de casa — é aí que estes projetos morrem.
Mensagens escritas por mim e aprovadas por ti, sequência de seguimento que não desiste à segunda tentativa, número novo de WhatsApp da empresa, calendário sincronizado com o teu. Duas semanas.
Três ações no teu telemóvel: responder, mandar o link da agenda, marcar quem não está interessado. Mais nada. Não tens de aprender nenhum programa.
Para quem não é: se neste momento já estás a recusar trabalho, isto não te serve. Vender mais clientes a quem não tem mãos a medir não ajuda ninguém — e eu digo-te isso na primeira conversa em vez de te vender um projeto.
Se ligássemos ao sistema o número que usas para tudo, as tuas conversas privadas entravam lá dentro e eu passava a ter acesso. Não estou confortável com isso e tu também não devias estar. Por isso a empresa compra um cartão novo, que custa cerca de dez euros.
O número, a conta de WhatsApp Business e os dados são da tua empresa. Eu só administro. Se um dia me despedires, sais com tudo e não precisas de me pedir nada.
Quinze minutos ao telefone chegam para saber se vale a pena. Se não valer, digo-te.